O que Alta Floresta compra do Vietnã
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Alta Floresta compraram US$ 34,1 mil do Vietnã, em 1 produto. Essa origem foi 1,7% de tudo o que a cidade importou.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
O que vem do Vietnã
Produtos que Alta Floresta comprou do Vietnã nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver todas as origens dele.
- 1Pneumáticos novos, de borracha15 toneladasUS$ 34,1 mil100%
Cidades que mais compram do Vietnã
Alta Floresta ficou em 383º lugar entre as 549 cidades do Brasil que compraram do Vietnã.
- 1Manaus AMUS$ 1,13 bilhão26%
- 2Itajaí SCUS$ 342,1 milhões7,9%
- 3Campinas SPUS$ 319,2 milhões7,3%
- 4Extrema MGUS$ 293 milhões6,7%
- 5São Paulo SPUS$ 222,5 milhões5,1%
- 6Jundiaí SPUS$ 132,9 milhões3,1%
- 7Joinville SCUS$ 106,5 milhões2,4%
- 8Hortolândia SPUS$ 87,9 milhões2%
- 9Sorocaba SPUS$ 76,8 milhões1,8%
- 10Porto Velho ROUS$ 70,5 milhões1,6%
- 381Inhapim MGUS$ 34,9 mil<0,1%
- 382Cruzeiro do Sul ACUS$ 34,3 mil<0,1%
- 383Alta Floresta MTUS$ 34,1 mil<0,1%
- 384Mucuri BAUS$ 33,7 mil<0,1%
- 385Elói Mendes MGUS$ 32,5 mil<0,1%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 41,6 mil
- 2025US$ 34,1 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Alta Floresta
O que Alta Floresta compra do Vietnã?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, os principais produtos foram Pneumáticos novos, de borracha (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.