Abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos…: de onde Alta Floresta compra
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Alta Floresta compraram US$ 646 do produto “abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos…” de 1 país. Foram 0,1 toneladas, ou <0,1% de tudo o que a cidade importou.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
De onde vem: abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos…
Países de onde Alta Floresta comprou este produto nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver tudo o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 646100%
Quem mais importa este produto no Brasil
Alta Floresta ficou em 282º lugar entre as 330 cidades do Brasil que importaram este produto.
- 1Sumaré SPUS$ 14,2 milhões14%
- 2Curitiba PRUS$ 9,5 milhões9,3%
- 3Guarulhos SPUS$ 8,99 milhões8,8%
- 4Maringá PRUS$ 6,08 milhões6%
- 5Pinhais PRUS$ 4,43 milhões4,4%
- 6Itajaí SCUS$ 4,41 milhões4,3%
- 7Porto Alegre RSUS$ 4,28 milhões4,2%
- 8São José dos Pinhais PRUS$ 3,59 milhões3,5%
- 9Quatro Barras PRUS$ 3,52 milhões3,5%
- 10Barueri SPUS$ 3,11 milhões3,1%
- 280Boituva SPUS$ 696<0,1%
- 281Teresina PIUS$ 681<0,1%
- 282Alta Floresta MTUS$ 646<0,1%
- 283Sombrio SCUS$ 625<0,1%
- 284Teófilo Otoni MGUS$ 623<0,1%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Alta Floresta
De onde vem “abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos…” comprado por Alta Floresta?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.