Acumuladores elétricos e seus separadores…: de onde Alta Floresta compra
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Alta Floresta compraram US$ 4.020 do produto “acumuladores elétricos e seus separadores…” de 1 país. Foram 0 toneladas, ou 0,2% de tudo o que a cidade importou.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
De onde vem: acumuladores elétricos e seus separadores…
Países de onde Alta Floresta comprou este produto nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver tudo o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 4.020100%
Quem mais importa este produto no Brasil
Alta Floresta ficou em 343º lugar entre as 489 cidades do Brasil que importaram este produto.
- 1Manaus AMUS$ 205,4 milhões17%
- 2Camaçari BAUS$ 83,9 milhões7,1%
- 3Sorocaba SPUS$ 72,4 milhões6,1%
- 4Itajaí SCUS$ 67 milhões5,7%
- 5Campinas SPUS$ 62 milhões5,3%
- 6Belo Jardim PEUS$ 49,7 milhões4,2%
- 7Jundiaí SPUS$ 45,9 milhões3,9%
- 8Iracemápolis SPUS$ 43,4 milhões3,7%
- 9Extrema MGUS$ 40,1 milhões3,4%
- 10Piracicaba SPUS$ 36,6 milhões3,1%
- 341Mauá SPUS$ 4.497<0,1%
- 342Santana do Matos RNUS$ 4.303<0,1%
- 343Alta Floresta MTUS$ 4.020<0,1%
- 344Barra do Garças MTUS$ 4.020<0,1%
- 345Tietê SPUS$ 3.959<0,1%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Alta Floresta
De onde vem “acumuladores elétricos e seus separadores…” comprado por Alta Floresta?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.